Meus gatos

Este é o Skipy. É o chefe do grupo. É extremamente meigo. Tem um melanoma numa pálpebra. É o meu "mais-que-tudo".

Este é o Xano. Foi o meu primeiro gato. Perdeu a liderança do grupo por ser muito doente. Um cancro levou-mo após 13 anos de convívio. Foi recolhido, em criança, no parque de campismo do Baleal, muito ramelento e completamente abandonado.

O Zé Gato é extremamente medroso. Foge de tudo. É ávido por comida e, se os outros não se cuidam, ele não se importa de lha roubar. Foi um gato que veio para casa em criança, proveniente do exterior de um restaurante e que tinha de lutar por alimento com os mais velhos.

 

Minha Duquesa -->Duchesse --> Xexa. É uma gata que se dá melhor com humanos que com outros gatos. Tem medo deles. É mansinha e ávida de carinho. Foi recolhida num caixote de lixo, abandonada em bebé, mas com marca de coleira.

 

A Nina, uma gata abandonada e recolhida após uma maternidade. Quando estava grávida instalou-se no quintal da minha casa e cativou-me. É a única que não reconhece o nome. É meiga também.

 

Está a ver a Boneca. Vive numa casota no exterior. É portadora de FIV (a SIDA dos gatos). Teve uma ninhada de cinco gatinhos da qual sobreviveram dois. Foi internada e operada de urgência três dias após o parto, com uma grave infecção. É este amor de ser vivo que um casal da visinhança abandonou ao mudar de casa. Foi envenenada e deixou de nos fazer companhia em Agosto de 2011.

 

Os filhos da Boneca. Foram amamentados a biberão por mim a partir dos 3 dias de vida. Foram para novos donos com um mês. Já não podia ter mais gatos em casa.

 

 A Nina, que tinha tido crias há pouco mais de um mês e que foram entregues a novos donos, acolheu os filhos da Boneca como se fossem seus. Ela não tinha leite mas os bebés procuravam as tetinhas da gata como se tal sucedesse. Estabeleceu-se uma parceria entre mim e a Nina: eu dava biberão a um gatinho de cada vez e ela distraía o outro para que não se estabelecesse "aquele berreiro" dentro de casa. Acho espantoso e indescritível tudo o que aconteceu nesse maravilhoso período.

 

Eis um momento da referida parceria. Era espantosa a avidez dos gatinhos e a facilidade com que se adaptaram ao biberão.

 

 Este é um dos namorados da Boneca. É um gato de rua que alimento. Como a imaginação já não é muito criativa para a atribuição de nomes aos gatos (dado o seu elevado número), a sua ordem de entrada na minha vida passou a ser o critério. Deste modo, apresento-lhe o Sétimo. Desapareceu. Terá sido envenenado como a Boneca?

 

 Está a olhar para uma foto do Oitavo. É outro namorado da Boneca e também come aqui em casa. Também nunca mais veio comer. Terá sido também envenenado?

Esta é a Nona. Parece que a minha casa atrai gatos abandonados. Esta veio com duas crias. Um dos gatinhos morreu atropelado e o outro desapareceu. A gata foi esterilizada e durante a semana de recobro passada em minha casa tomamos a decisão de aumentar a "família". Esta "menina" adora roer os meus pés quando estou deitada. Tem, provavelmente, dois anos e é muito brincalhona. Agosto de 2011 foi o momento da sua adopção (ainda não me habituei a utilizar o acordo ortográfico... adoção - que estranho...).